Alice Portugal visita Itamaraju e realiza atividade de campanha com a APLB

Por ornes Júnior

Na oportunidade o Estúdio Notícias conversou com Alice Portugal Play

Na tarde desta terça-feira dia 11 de setembro, o auditório da APLB  sindicato em Itamaraju foi palco de uma reunião coordenada por Noel Vieira presidente da APLB sindicato para apresentar a professores e simpatizantes a candidatura da deputada Federal Alice Portugal do PC do B.

Durante o evento Alice Portugal discutiu questões ligadas a conjuntura nacional e estadual e fez um debate mais profundo acerca dos desafios da Educação Alice abordou temas como ideologia de gênero escola sem partido reforma do ensino médio suspensão da obrigatoriedade da licenciatura base comum curricular Plano Nacional de Educação riscos futuros para o fundeb e a PEC que congela por 20 anos os investimentos em educação e saúde.

Após dissertar sobre os temas a deputada Alice Portugal foi sabatinada pelos presentes respondendo a dúvidas e a quatro sugestões dos que se faziam presentes ao término Alice Portugal agradeceu ao professor Noel presidente da aplb sindicato pela acolhida e seguiu para a cidade de Porto Seguro aonde daria cumprimento a mais três atividades de sua agenda de campanha

Um pouco da historia de Alice Portugal

Alice Mazzuco Portugal nasceu em Salvador , no dia 16 de maio de 1959, filha de Adalício Portugal e Inês Mazzuco.

                Formou-se farmacêutica bioquímica, em 1981, pela Faculdade de Farmácia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). No período de 1977 a 1981 foi membro do Diretório Acadêmico da Faculdade de Farmácia e do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFBA

                Exerceu as funções de analista química, na Dow Química, em 1977, na cidade de Candeias (BA), e passou a atuar como farmacêutica bioquímica, no Hospital Universitário Professor Edgar Santos, da UFBA, a partir de 1981, em Salvador.

                Em 1979 filiou-se ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

                Entre 1983 e 1985 foi vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da UFBA (ASSUFBA), tendo presidido este mesmo sindicato nos períodos de 1985-1987 e 1989-1991.

Em 1985 ingressou no diretório estadual do PC do B (BA) e também no Comitê Universitário do PCdoB (BA).

De 1990 a 1992 foi membro da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (FASUBRA). Atuou também na executiva regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em Salvador (BA), entre 1990 e 1993. Atuou também como  coordenadora-geral do Sindicado dos Técnicos de Segurança do Trabalho da Bahia (SINTEST-BA), entre 1991 e 1993,  e na diretoria da executiva regional da CUT-SP, entre 1994 e 1995.

                Em 1994, foi eleita deputada estadual pela Bahia, na legenda do PCdoB e, reeleita, pela mesma legenda, para o período de 1999 a 2002, quando foi líder do bloco da oposição na Assembléia Legislativa da Bahia.

                No pleito de 2002 elegeu-se deputada federal pelo estado da Bahia, na legenda do PCdoB. Na legislatura de 2003-2007 foi titular das seguintes comissões no Congresso: Educação, Cultura e Desporto, e Educação e Cultura.

                Em setembro de 2003 foi afastada, pelo PCdoB, de suas funções representativas, por cinco meses, e recebeu censura pública do partido, após votar contra a Reforma da Previdência, proposta pelo Governo Luís Inácio Lula da Silva (2003-2007), nos dois turnos de tramitação da matéria na Câmara dos Deputados, contrariando a indicação do partido que integrava a base de apoio do governo.

                Em outubro de 2004 tramitou na Câmara projeto de sua autoria que propôs a redução dos prazos de sigilo e o limite de uma única renovação da classificação de documentos oficiais em ultra-secretos. Na ocasião vigorava o decreto 4.553, de 27 de dezembro de 2002, assinado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, que permitia a renovação indefinida desta classificação. Segundo o projeto da deputada os prazos se alterariam de 50 para 30 anos (ultra-secreto), de 30 para 20 anos (secreto), de 20 para 10 anos (confidencial) e de 10 para 5 anos (reservado). Em dezembro do mesmo ano, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, através de Medida Provisória (MP), criou a Comissão de Averiguação e Análise de Informações Sigilosas (composta por seis ministros e subordinada ao chefe da Casa Civil), com totais poderes para decidir o destino e a classificação dos documentos ultra-secretos. O projeto da deputada foi arquivado e, em março de 2005, a MP foi aprovada pela Câmara, em votação simbólica, restringindo-se as situações em que os documentos ultra-secretos poderiam ser reclassificados pela comissão. Segundo o texto, só poderia ser analisada a prorrogação do sigilo de documentos cuja publicidade pudesse ameaçar “a soberania, a integridade territorial nacional ou as relações internacionais do país”. Além da MP, o governo editou outro decreto reduzindo o prazo de sigilo de documentos ultra-secretos de 50 anos, renováveis indefinidamente, para 30 anos renováveis apenas uma vez. Para os documentos secretos foram fixados 20 anos, para os confidenciais 10 e para os reservados 5 anos.

Alice Portugal elegeu-se para representar a Bahia na Câmara Federal, novamente pela legenda do PCdoB, em 2006. Na legislatura de 2007 foi novamente titular da Comissão de Educação e Cultura.

                Foi também autora da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 75/ 2007, que limitava em três anos o mandato dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) e dos conselheiros dos Tribunais de Contas dos Estados (TCEs) e que previa a criação de auditorias de controle externo nos tribunais. A proposta tramitou na Câmara em novembro de 2007, chegou a ser arquivada e voltou à pauta da CCJ da Casa em fevereiro de 2009.

                Em junho de 2008 foi aprovado, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o Projeto de Lei (PL) 583/07, apresentado pela deputada, que dispunha sobre a proibição da revista íntima de funcionárias nos locais de trabalho. Aprovado pela Comissão de Trabalho, o texto original foi alterado pelo relator, que ampliou os benefícios do projeto, proibindo as revistas íntimas em trabalhadores e trabalhadoras, restando a matéria ser analisada pelo Senado.

                Em março de 2009, a CCJ da Câmara aprovou, por unanimidade, o PL 235/07, de sua autoria, que determinava a inclusão de disciplina sobre conscientização dos direitos das mulheres nos currículos escolares do ensino médio de escolas públicas e privadas. O projeto da deputada definia como obrigatória a disciplina, cuja inclusão, no entanto, foi aprovada pela Comissão de Educação e Cultura apenas como conteúdo sobre os direitos da mulher, em caráter de disciplina optativa.

                Em maio de 2009, Alice Portugal tomou posse como coordenadora da bancada feminina na Câmara dos Deputados.

                Teve uma filha.

saiba mais da atuação de Alice como Deputada:

http://www.camara.leg.br/Internet/Deputado/dep_Detalhe.asp?id=74057

 

 

Deixe seu comentário